Os mitos que mais ouvimos no consultório
Em mais de 15 anos de prática clínica, já ouvimos de tudo sobre implantes. "Dói demais", "o corpo rejeita", "só funciona para jovens". Nenhuma dessas afirmações é verdadeira — mas são tão repetidas que muitos pacientes adiam um tratamento que poderia transformar sua qualidade de vida.
Vamos desmontar cada mito com ciência e experiência clínica.
Mito 1: "A cirurgia de implante dói muito"
Verdade: é mais tranquilo que uma extração.
O procedimento é feito sob anestesia local e, em muitos casos, o pós-operatório é mais leve que o de uma extração simples. Pacientes relatam desconforto leve, controlado com analgésicos comuns. Técnicas modernas de cirurgia guiada reduzem incisões e aceleram a recuperação.
Mito 2: "O implante pode ser rejeitado"
Verdade: taxa de sucesso superior a 97%.
O titânio é biocompatível — se integra naturalmente ao osso em um processo chamado osseointegração. "Rejeição" como ocorre em transplantes não existe com implantes. Os raros casos de insucesso (menos de 3%) são geralmente associados a infecção, tabagismo ou condições sistêmicas não controladas.
Mito 3: "Implante é só para jovens"
Verdade: não existe limite máximo de idade.
Pacientes de 70, 80 e até 90 anos recebem implantes com sucesso. O que importa é a saúde geral e a qualidade óssea — não a idade no RG. Na avaliação, verificamos todas as condições para garantir segurança.
Mito 4: "É muito caro e não compensa"
Verdade: é um investimento de longo prazo.
Um implante bem feito pode durar por toda a vida. Compare com próteses removíveis que precisam de troca a cada 3-5 anos, ou pontes fixas que comprometem dentes vizinhos. O custo por ano de uso do implante é frequentemente menor que alternativas "mais baratas".
Na Belfort, parcelamos em até 12x no cartão e oferecemos PIX e boleto.
Mito 5: "Precisa ficar meses sem dentes"
Verdade: existe carga imediata.
Em casos selecionados, instalamos o implante e a prótese provisória no mesmo dia. Você sai da cirurgia com dentes. A carga imediata é indicada quando há boa qualidade óssea e estabilidade primária do implante.
Mito 6: "Qualquer dentista pode fazer implante"
Verdade: experiência e formação fazem enorme diferença.
Implante envolve cirurgia, planejamento protético e acompanhamento. Profissionais com formação específica e experiência em casos complexos (All-on-4, enxerto ósseo, carga imediata) entregam resultados consistentemente superiores.
Mito 7: "O implante fica com aparência artificial"
Verdade: é indistinguível de um dente natural.
A coroa protética sobre o implante é feita em cerâmica de alta qualidade, com cor, textura e formato personalizados. Ninguém — nem você — vai perceber que não é um dente natural.
Mito 8: "Diabéticos não podem fazer implante"
Verdade: podem, com glicemia controlada.
Pacientes com diabetes controlada são candidatos a implantes, com taxa de sucesso semelhante a não-diabéticos. O controle glicêmico é avaliado antes, e o acompanhamento pós-operatório é mais rigoroso.
Quando o implante é indicado?
- ✅ Perda de um dente (implante unitário)
- ✅ Perda de vários dentes (implantes múltiplos + prótese fixa)
- ✅ Perda total dos dentes (protocolo All-on-4 / All-on-6)
- ✅ Substituição de prótese removível por fixa
Como funciona na Belfort?
- Avaliação — Exame clínico + tomografia + escaneamento 3D
- Planejamento digital — Posição ideal de cada implante definida virtualmente
- Cirurgia guiada — Precisão milimétrica, menos invasiva
- Carga imediata (quando possível) — Dentes provisórios no mesmo dia
- Prótese definitiva — Cerâmica premium, personalizada
📍 R. Pais Leme, 215 - conj 218, Pinheiros, SP
📞 (11) 3578-6004
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Referências
- Buser D, et al. "10-year survival and success rates of 511 titanium implants." Journal of Periodontology, 2012.
- Chrcanovic BR, et al. "Diabetes and oral implant failure: a systematic review." Dental Materials Journal, 2014.
- Moy PK, et al. "Dental implant failure rates and associated risk factors." International Journal of Oral & Maxillofacial Implants, 2005.
- Conselho Federal de Odontologia (CFO). Resolução CFO-118/2012.



